Acabo de assistir "Como Perder Um Homem Em Dez Dias" no Universal Channel.
Ok, até aí, tudo bem. Sou chegada numa comédia romântica, e essa é, citando Hebe Camargo, uma gracinha. Tem Penny Lane de chapinha, tem trilha sonora bacaninha, tem piadinhas simpáticas, tem homem tesudinho, tem finalzinho feliz. Em suma, um filme de "inhos".
E, como qualquer comédia romântica que se preze, a emoção vem embutida. Claro, qualquer menina fica sensibilizada ao assistir o rapaz correr atrás da moça, gritando "eu te amo!". Ok, até aí, tudo bem.
O surpreendente é que não chorei no final, como de praxe. Em vez disso, desabei quando a Penny Lane de chapinha percebe, num simples abraço, que está apaixonada pelo rapaz bombadão. Assim, de supetão, surgiu um rio de lágrimas correndo em meu rosto. Vi-me completamente tocada pela música melosa que embala a cena bonitinha no banheiro. E foi através de um filme-passatempo que um choro tímido, há tempos guardado, veio à tona.
:: ao som de rosario dawson, "out tonight", trilha sonora de "rent" ::
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