quinta-feira, 29 de maio de 2008

What the fuck, dude

Mas o que raios está acontecendo, que todos os ex-pretês, ex-crushes, ex-amigos-que-viraram-ex-crushes, ex-estepes, ex-tudo estão voltando para me atormentar?

É neguinho mandando vídeo simpático do youtube pelo msn, é dita cuja atual me encontrando na rua e olhando fixamente para mim (como se, um ano depois, eu fosse grande ameaça. Minha filha, você que roubou meu bofe), é gente que precisa de um desencapetamento total. Até cruzei com o amorzinho de infância na rua.

Vamos parando com isso. Eu já tinha atirado essas questões para o Universo. Eu não agüento mais pensar neles, falar deles, saber deles. E, ainda assim, cá estou eu retomando a esse assunto, simplesmente por estes não me abandonarem. Bem que tentei, contudo, "a coisa" está saindo do controle. Quando não são eles em carne e osso, há músicas, filmes, citações, histórias que lembram. Ou seja, não tenho paz. Será que preciso revisitar tudo isso e "aprender" alguma coisa? Mas já aprendi tudo que tinha para aprender, já argumentei, justifiquei, fiz embasamento teórico, sessões de terapia, e "a coisa" continua aqui.

Que inferno. Preciso de um macho novo. Mas antes farei uma entrevista com o sujeito, para evitar os mesmos tipos desse bando de palhaços. Serei capaz até de perguntar a data e hora exata do nascimento do indivíduo, com o intuito de fazer um mapa astral no Quiroga, e assim juntar as devidas armas contra qualquer ameaça que este possa fazer para meu bem-estar.

Dermilivre desses fantasminhas infelizes.


:: ao som de magnetic fields, "the book of love is long and boring..." ::



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