E mais uma vez me encontro com uma árdua missão nas costas: contar para alguém a realidade e o ato sujo de seu companheiro. Para completar, é a segunda vez em menos de um mês, e para se tornar ainda mais bizarro por parte do Universo, ambas as vezes foram em relação ao mesmo casal.
Veja bem, não gosto de me enfiar na vida alheia. Que fiquem lá enquanto usufruo de meu cantinho. Não tenho pica a ver com as peripécias que envolvem um casal, ou se uma pessoa agiu como Marcelo Silva, que Deus o tenha. Porém, a partir do momento que o babado é próximo demais a mim - ou seja, minha melhor amiga, família, ou outras grandes companheiras -, é pessoal. Da mesma forma que eu espero que alguém me conte caso saibam de algo que desconheço, eu também abrirei minha boca, apenas esperando um tempo a fim de dar a chance para o responsável falar primeiro (afinal, se fez, assuma). Contudo, ser o mensageiro sempre é complicado, uma vez que você nunca sabe a reação da pessoa que está ouvindo. Ela pode te odiar por você não ter contado antes, ou simplesmente por ter contado, além de correr o risco do já citado responsável também te martirizar. Mas honestamente, foda-se. Mexeu com minhas amigas e meus familiares, mexeu comigo. Entrou na fila para o créu.
Não diminui a dor de presenciar a reação da pessoa. Mas é o correto a ser feito. Então que vá a merda.
5 comentários:
ai, que situação... eu também não aguento não falar nada, ainda que a pessoa me odeie depois...
boa sorte, mujer! vamo que vamo.
Por isso que eu prefiro não ver, não ouvir e não saber... tudo isso para não falar.
É isso aí irmã. Fiz promessa de nunca mais ocultar sujeirada, mesmo correndo o risco de ser odiada pra sempre.
Nada a ver com a postagem, mas gostei do novo visual do blog.
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