
"Oh that boy's a slag!
The best you ever had
The best you ever had
Is just a memory and those dreams
Weren't as daft as they seemed
Not as daft as they seemed
My love, when you dreamed them up..."
Sim, eu sinto falta. Sim, eu gosto, mais do que deveria. Sim, eu compreendo a existência de um fim. Ok, Universo, eu sei de tudo isso. Não sou idiota - mesmo que às vezes me comporte com tal - e reconheço tudo o que já passou e tudo que ainda passo, sozinha. E sei que é errado. "Falta do que fazer", alguns dizem. "Necessidade de algo novo", outros defendem. Todos opinam. Mas nenhum traz a solução, pois esta deve partir de mim mesma.
Porém, não consigo. É aquela velha frase de defesa de toda mocinha desesperadamente desiludida: "É mais forte que eu". Quando menos espero, levo uma queda e permaneço no chão, desabada como o acostamento do túnel da Barra da Tijuca.
Oh, that boy was a slag, but still the best I ever had. E coisas assim não se esquecem tão facilmente.
:: ao som de "llorando" ::
Nenhum comentário:
Postar um comentário