Eu ia escrever sobre Big Brother, mas faltou-me uma linha de raciocínio. Ia falar sobre como é bacana ver minha mãe torcendo, aceitando e defendendo a Morango, sendo que há pouco tempo atrás ela ainda achava que o fato de eu andar com lésbicas poderia ser prejudicial. Ia escrever também sobre o prazer de ver Unidos da Tijuca campeã, um verdadeiro sopro de modernidade no carnaval que acompanho desde criança. Pensei inclusive em dividir a alegria que será ver Guns n Roses ao vivo em março.
Mas perdi a vontade. Embora esteja tudo bastante tranquilo - assustadoramente tranquilo -, minha cabeça borbulha de tal maneira que fica difícil encontrar alguma coerência.
Pois bem que, concordemos, desde quando sou coerente?
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